Vai ver eu nao nasci para praticar.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sinto-me despreparada.
O que é uma sensação recorrente de adolescentes não-rebeldes ou adultos preocupados, mergulhou-me de início timidamente, e agora expele-se como suor: sempre em ruinosos momentos de pressão, e, na maioria das vezes, em todos as outras situações.
Mas é que eu tenho dificuldade de suar e facilidade demasiada em tropeçar nesses momentos de pressão. Então, para compensar o não-suor, o despreparo vem como um gêmio não dectado na ultrasom: assustadoramente em dobro.
Desenfreou de uma forma tão visceral, que até o lazer, a fuga legitimada da rotina, foi contaminada. Sinto-me despreparada para aproveitar. Que doença mais esquisita! E não me fale em doença, por favor... nem em estudos.... nem em trabalho... nem em relacionamentos... nem em novos lúdicos momentos... muito menos em mim! Não estou pronta pra ouvir sobre isso.
É como um Quase constante. Interminável. E olha que ainda nem chegou...
O que é uma sensação recorrente de adolescentes não-rebeldes ou adultos preocupados, mergulhou-me de início timidamente, e agora expele-se como suor: sempre em ruinosos momentos de pressão, e, na maioria das vezes, em todos as outras situações.
Mas é que eu tenho dificuldade de suar e facilidade demasiada em tropeçar nesses momentos de pressão. Então, para compensar o não-suor, o despreparo vem como um gêmio não dectado na ultrasom: assustadoramente em dobro.
Desenfreou de uma forma tão visceral, que até o lazer, a fuga legitimada da rotina, foi contaminada. Sinto-me despreparada para aproveitar. Que doença mais esquisita! E não me fale em doença, por favor... nem em estudos.... nem em trabalho... nem em relacionamentos... nem em novos lúdicos momentos... muito menos em mim! Não estou pronta pra ouvir sobre isso.
É como um Quase constante. Interminável. E olha que ainda nem chegou...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
“Tudo isso dói. Mas eu sei que passa, que se está sendo assim é porque deve ser assim, e virá outro ciclo, depois. Para me dar força, escrevi no espelho do meu quarto: ‘tá certo que o sonho acabou, mas também não precisa virar pesadelo, não é?’ É o que estou tentando vivenciar. Certo, muitas ilusões dançaram - mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Também não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis, becos-sem-saída. Nada é muito terrível. Só viver, não é? A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa. O meu tem sido olhar pra dentro, devagar, ter muito cuidado com cada palavra, com cada movimento, com cada coisa que me ligue ao de fora. Até que os dois ritmos naturalmente se encaixem outra vez e passem a fluir.”
- Caio Fernando Abreu.
- Caio Fernando Abreu.
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